Que nem sempre se pode sobreviver da
arte, disso ninguém tem dúvidas, mas que ela nos dá prazer, nos realiza, disso também
ninguém pode duvidar; pelo menos quem escreve tem essa opinião.
Enveredando pelas trilhas do Cordel e da
poesia, muitos desafios enfrentei – e enfrento – mas também conquistei espaço e
razão para continuar escrevendo. E o melhor, descobri um fantástico mundo que
me faz refletir, pensar e ver a vida de vários ângulos.
E neste mundo da escrita consegui,
enfim, cruzar fronteiras. Não eu, minha pessoa física, mas minhas obras. Após o
livro “Resistência” ter cruzados os mares e “pisado” solo português, agora foi
a vez de meus cordéis – e que por coincidência (?) o cordel chegou ao Brasil pelas
mãos dos portugueses – aportarem em outras terras. Dezenove deles chegaram à
Biblioteca do Congresso de Washington D.C. – Estados Unidos, onde farão parte
de seu acervo para estudo e pesquisa.
Saber
que minha pequena obra está ao lado de grandes nomes da Literatura de Cordel realmente
me deixa feliz e motivado para continuar escrevendo!
meu amigo meus parabéns isso é mais que uma vitória ver o filho amado de nossa terra dando um salto rumo ao nivel cultural mais alto que Deus o abençoe.
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